Cultura e desenvolvimento andam sempre ligados e, na prática, não começam apenas dentro da empresa, começam logo no recrutamento.
Quando falamos em R&S, é normal olharmos primeiro para a experiência, percurso ou competências técnicas. No entanto, o que acaba por fazer a diferença no médio e longo prazo é o alinhamento com a cultura da organização, na forma como a pessoa se integra, comunica e trabalha em equipa.
Equipas consistentes não se constroem com boas contratações isoladas, mas com decisões alinhadas ao longo do tempo. Escolher pessoas que se identificam com a cultura facilita a integração, reduz o risco de desajuste e contribui para um maior compromisso com a empresa. Na prática, isso traduz-se em mais estabilidade, melhor desempenho e relações de trabalho mais duradouras.
Por outro lado, o desenvolvimento não pode ser visto como algo pontual. É um processo contínuo que exige acompanhamento, feedback e oportunidades reais de crescimento. Quando os colaboradores sentem essa aposta, tendem a estar mais envolvidos e alinhados com os objetivos da organização.
No fundo, recrutar bem cria a base e desenvolver bem garante continuidade. Mais do que um tema de tendência, cultura e desenvolvimento são fatores que fazem a diferença no dia a dia das organizações e no seu crescimento a longo prazo.
Sandra Gonçalves,
Responsável de Recrutamento e Seleção