A nossa sugestão para este ano, é que formação deixe de ser uma “agenda de cursos” para se tornar um motor estratégico de gestão de competências. O foco não está em aprender mais, mas em aprender exatamente o que o negócio precisa, no momento certo.
Para tal, devemos estar atentos a três movimentos:
- Upskilling e reskilling deixam de ser projetos pontuais e passam a ser uma rotina integrada no planeamento de recursos humanos, apoiada em diagnósticos de competências cada vez mais aprimorados, especialmente em áreas transversais como IA generativa, prompts personalizados, análise de dados, pensamento crítico, empatia, resiliência e colaboração.
- As competências humanas, tais como, empatia, comunicação, criatividade, colaboração e liderança, transformam‑se no verdadeiro “tesouro” das organizações, precisamente porque a tecnologia está a automatizar o restante.
- A formação acontece cada vez mais “no fluxo de trabalho”: micro‑momentos de aprendizagem, programas híbridos e academias de capacitação que ligam diretamente a aprendizagem aos resultados.
Para os Departamentos de Gestão de Pessoas, isto significa uma mudança de pergunta: em vez de “que curso vamos lançar este trimestre?”, a questão passa a ser “
que competências críticas precisamos de ativar nos próximos seis meses?”.
É aqui que parceiros de formação experientes fazem a diferença, ajudando a mapear lacunas, desenhar percursos personalizados e combinar formatos (presencial, online síncrono, microlearning, mentoring) em função da realidade de cada equipa.
Na
Fórmula do Talento, é exatamente este o olhar que colocamos nos nossos programas: partimos das competências críticas para o seu negócio, desde a liderança inspiradora com inteligência emocional até ao pensamento crítico e produtividade, e desenhamos experiências de aprendizagem que chegam às pessoas certo, no momento certo, com impacto mensurável no desempenho.
Em 2026, formar deixou de ser “benefício”. Passou a ser infraestrutura estratégica de talento.